
Coerência, brother! Precisamos e devemos ser coerentes com a Palavra, com a nossa fé e até conosco.
Talvez, esse seja um dos quesitos mais importantes para os cristãos evangélicos na contemporaneidade.
Como Paulo escreveu aos Romanos 12.1,2, é necessário que nos santifiquemos e sejamos racionais em nossa fé. Uma santidade que não está reduzida a costumes denominacionais e superficialidade, contudo nascida da semente do temor ao Eterno e do desejo de agradá-Lo; uma racionalidade que não se funda na lógica humana, meramente alicerçada em conhecimento científico ou filosófico, entretanto acrescentada dos princípios fundamentais da fé expostos nas Escrituras, mediante uma reflexão aprofundada, guiada pelo Espírito Santo.
Não podemos nos moldar à semelhança desse sistema que vige no mundo, contudo precisamos nos transformar, buscando dia a dia, ser renovados em nosso entendimento. Isto não implica em inconstância, em falta de firmeza, mas em evolução, em crescimento diante de Deus, em fazer com que a Palavra sobreviva em nós, renascida todos os dias como a verdade divina para nós. Somente assim alcançaremos e experimentaremos a boa, agradável e perfeita vontade do Senhor, que, muitas vezes, contraria nossos pensamentos e interesses, fere nossa carne, fustiga a alma e o espírito, todavia, não deixa de ser perfeita e boa.
Insisto: PRECISAMOS SER COERENTES COM O QUE PREGAMOS E DIZEMOS CRER.
Essa é a única forma de mantermos a sanidade espiritual e de sermos ao menos uma sombra daquilo que fomos chamados a ser como igreja.
Talvez, esse seja um dos quesitos mais importantes para os cristãos evangélicos na contemporaneidade.
Como Paulo escreveu aos Romanos 12.1,2, é necessário que nos santifiquemos e sejamos racionais em nossa fé. Uma santidade que não está reduzida a costumes denominacionais e superficialidade, contudo nascida da semente do temor ao Eterno e do desejo de agradá-Lo; uma racionalidade que não se funda na lógica humana, meramente alicerçada em conhecimento científico ou filosófico, entretanto acrescentada dos princípios fundamentais da fé expostos nas Escrituras, mediante uma reflexão aprofundada, guiada pelo Espírito Santo.
Não podemos nos moldar à semelhança desse sistema que vige no mundo, contudo precisamos nos transformar, buscando dia a dia, ser renovados em nosso entendimento. Isto não implica em inconstância, em falta de firmeza, mas em evolução, em crescimento diante de Deus, em fazer com que a Palavra sobreviva em nós, renascida todos os dias como a verdade divina para nós. Somente assim alcançaremos e experimentaremos a boa, agradável e perfeita vontade do Senhor, que, muitas vezes, contraria nossos pensamentos e interesses, fere nossa carne, fustiga a alma e o espírito, todavia, não deixa de ser perfeita e boa.
Insisto: PRECISAMOS SER COERENTES COM O QUE PREGAMOS E DIZEMOS CRER.
Essa é a única forma de mantermos a sanidade espiritual e de sermos ao menos uma sombra daquilo que fomos chamados a ser como igreja.